Parceira InterSystems

Integração hospitalar que sobrevive ao go-live

Projeto que morre na homologação, integrador que entrega e some na primeira fila travada — se você já viveu isso, o problema não estava no protocolo. Diagnóstico, implantação e sustentação aqui são da mesma equipe: quem constrói é quem atende quando quebra.

Dois caminhos, públicos diferentes

Quem integra sistemas clínicos e quem precisa de capacidade técnica entram por portas diferentes. As duas levam à mesma equipe — comece pela sua.

Gestores de TI e RH técnico

TI corporativa

Integração entre ERP e sistemas de terceiros, migração de dados entre ambientes, software sob medida e especialistas alocados na sua equipe. O rigor de quem opera ambiente que não pode parar, aplicado ao seu.

Quem faz esse trabalho

A Forti Consult é uma empresa brasileira de integração de sistemas e desenvolvimento de software. Dez anos de atuação, cerca de 90 profissionais e operação em quatro países.

Saúde é onde essa competência foi mais longe, não o limite dela. Fora da saúde, a Forti atende empresas de certificação e de infraestrutura crítica — o mesmo trabalho de integração, em outro domínio.

  • O problema difícil já foi enfrentado

    Integração clínica junta padrão regulatório, legado que não pode parar, dado sensível e vários fornecedores na mesma mesa. Quem sustenta isso chega com folga em integração de outro domínio; o caminho inverso não se sustenta.

  • Equipe própria, sem intermediação

    Diagnóstico, desenvolvimento e sustentação saem da mesma equipe. Quem constrói é quem atende quando quebra, e não há terceiro traduzindo o problema no meio do caminho.

  • A entrega não encerra o contrato

    Depois do go-live o ambiente segue acompanhado: fila monitorada, alerta de falha e correção de rota enquanto estiver no ar.

Como trabalhamos

Integração que entra de uma vez só costuma sair de uma vez só. O caminho é por partes, cada uma sustentando a seguinte.

  1. 01

    Diagnóstico

    Entender o dado na origem: que sistema o produz, em que formato e com qual regra de negócio embutida.

  2. 02

    Prova de conceito

    Provar o caminho crítico antes de comprometer o projeto inteiro — o trecho que, se não funcionar, derruba o resto.

  3. 03

    Implantação

    Entrada em produção por fases, com o escopo crescendo à medida que cada etapa se sustenta.

  4. 04

    Sustentação

    O ambiente segue vivo depois do go-live: monitoramento de filas, alertas e correção de rota.

Clientes e case em destaque

  • Hospital Rede Santa Catarina
  • Hospital e Maternidade Santa Joana
  • Hemolabor
  • Oncoclínicas
  • SBS Consultores

O ciclo do exame de imagem, fechado em três fases

Uma integração não precisa nascer completa. Este projeto começou pela admissão e cresceu a cada entrega, até cobrir o ciclo inteiro do exame — do momento em que o paciente é admitido até o laudo aparecer no prontuário.

  1. 01 ADT

    Admissão

    Os dados de admissão passam a chegar ao sistema de imagem, que enfim enxerga o paciente.

  2. 02 ORM

    Pedido

    Os pedidos de exame passam a ser enviados pela integração.

  3. 03 ORU

    Resultado

    Os resultados voltam e são exibidos dentro do HIS, fechando o ciclo.

Arquitetura híbrida: HL7 v2 na comunicação com o sistema de imagem, APIs REST na comunicação com o HIS — cada lado no protocolo que já falava.

Cliente não identificado por restrição contratual.

Conformidade não é um módulo

Em saúde, o marco regulatório entra no desenho da integração — não como camada aplicada no fim.

  • RNDS Notificação de eventos assistenciais no guia FHIR do Ministério da Saúde.
  • LGPD Dado de saúde é dado sensível. O desenho da integração parte disso.
  • TISS / ANS Padrão obrigatório na troca entre prestador e operadora.
  • ICP-Brasil Certificado que identifica digitalmente o estabelecimento notificante.
  • OAuth 2.0 Autorização das chamadas às APIs, com token emitido pelo GOV.BR.

Conte o seu cenário

Não é preciso ter o problema mapeado. Ajuda saber qual ERP hospitalar está em uso e qual sistema precisa conversar com ele — o resto se descobre na conversa. Quem atende desde a primeira mensagem é gente técnica.

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