TI hospitalar e gestão clínica
Saúde digital
Sistemas clínicos que precisam conversar entre si e com o Ministério da Saúde. Integração assistencial, notificação à RNDS, ciclo de faturamento e sustentação da plataforma InterSystems.
Parceira InterSystems
Projeto que morre na homologação, integrador que entrega e some na primeira fila travada — se você já viveu isso, o problema não estava no protocolo. Diagnóstico, implantação e sustentação aqui são da mesma equipe: quem constrói é quem atende quando quebra.
Quem integra sistemas clínicos e quem precisa de capacidade técnica entram por portas diferentes. As duas levam à mesma equipe — comece pela sua.
TI hospitalar e gestão clínica
Sistemas clínicos que precisam conversar entre si e com o Ministério da Saúde. Integração assistencial, notificação à RNDS, ciclo de faturamento e sustentação da plataforma InterSystems.
Gestores de TI e RH técnico
Integração entre ERP e sistemas de terceiros, migração de dados entre ambientes, software sob medida e especialistas alocados na sua equipe. O rigor de quem opera ambiente que não pode parar, aplicado ao seu.
A Forti Consult é uma empresa brasileira de integração de sistemas e desenvolvimento de software. Dez anos de atuação, cerca de 90 profissionais e operação em quatro países.
Saúde é onde essa competência foi mais longe, não o limite dela. Fora da saúde, a Forti atende empresas de certificação e de infraestrutura crítica — o mesmo trabalho de integração, em outro domínio.
Integração clínica junta padrão regulatório, legado que não pode parar, dado sensível e vários fornecedores na mesma mesa. Quem sustenta isso chega com folga em integração de outro domínio; o caminho inverso não se sustenta.
Diagnóstico, desenvolvimento e sustentação saem da mesma equipe. Quem constrói é quem atende quando quebra, e não há terceiro traduzindo o problema no meio do caminho.
Depois do go-live o ambiente segue acompanhado: fila monitorada, alerta de falha e correção de rota enquanto estiver no ar.
Cada um resolve um problema específico. Nenhum depende de contratar os outros.
HL7 v2.x, FHIR R4, DICOM, TISS, SOAP e REST entre HIS, LIS, RIS, PACS e ERP.
Notificação à Rede Nacional de Dados em Saúde a partir de Tasy, MV e TrakCare.
Administração, monitoramento e diagnóstico de ambientes Caché e IRIS.
Ciclo TISS completo, da elegibilidade ao recurso de glosa.
Projeto fechado ou equipe dedicada, para quem precisa de software sob medida.
Alocação de quem já domina IRIS, ObjectScript e HL7.
Capacitação sob medida, construída a partir do ambiente do cliente.
Integração que entra de uma vez só costuma sair de uma vez só. O caminho é por partes, cada uma sustentando a seguinte.
Entender o dado na origem: que sistema o produz, em que formato e com qual regra de negócio embutida.
Provar o caminho crítico antes de comprometer o projeto inteiro — o trecho que, se não funcionar, derruba o resto.
Entrada em produção por fases, com o escopo crescendo à medida que cada etapa se sustenta.
O ambiente segue vivo depois do go-live: monitoramento de filas, alertas e correção de rota.
Clientes e case em destaque
Uma integração não precisa nascer completa. Este projeto começou pela admissão e cresceu a cada entrega, até cobrir o ciclo inteiro do exame — do momento em que o paciente é admitido até o laudo aparecer no prontuário.
Os dados de admissão passam a chegar ao sistema de imagem, que enfim enxerga o paciente.
Os pedidos de exame passam a ser enviados pela integração.
Os resultados voltam e são exibidos dentro do HIS, fechando o ciclo.
Arquitetura híbrida: HL7 v2 na comunicação com o sistema de imagem, APIs REST na comunicação com o HIS — cada lado no protocolo que já falava.
Cliente não identificado por restrição contratual.
Em saúde, o marco regulatório entra no desenho da integração — não como camada aplicada no fim.
Não é preciso ter o problema mapeado. Ajuda saber qual ERP hospitalar está em uso e qual sistema precisa conversar com ele — o resto se descobre na conversa. Quem atende desde a primeira mensagem é gente técnica.